terça-feira, 24 de abril de 2012

Os Narigudos II

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Os Narigudos

Pena de quem tem pena




...E alguém me pergunta: “Ei Shon, você vai escrever sobre o que o Pânico fez com a Babi?” Shon: “O que o Pânico fez com a Babi?” Tal pessoa: “O Pânico cortou o cabeo dela e agora ela ta careca” Shon: “Sim... e o que o Pânico fez com a Babi?!”

Quero deixar claríssimo que este post está muito longe de ser hipócrita, aproveitador ou uma bandeira
levantada apoiando EDCQEGM (É DOS CARECAS QUE ELAS GOSTAM MAIS). Comecemos introduzindo o Carlos Nascimento à esta reflexão: “Ou os problemas brasileiros estão todos resolvidos ou nós nos tornamos perfeitos idiotas.”

Não sou o tipo de cara que defende um não à Copa do Mundo só porque o país tem gente passando fome, consigo compreender muito bem que os projetos coexistem, mas é inaceitável que se crie uma comoção geral em cima de uma mulher que trocou de visual por livre e espontânea vontade.

Coitadinha! Tadinha! Pânico Fora do Ar! O Pânico pegou pesado... blábláblá! Por favor inocentes telespectadores, o próprio Emilio Surita afirmou que a Babi fez o que fez por ter o “espírito Pânico”. Se algo é passível de pena é a existência de um tal “espírito Pânico”, que me remete ao fato de fazer qualquer coisa em busca de audiência. Outro fato, Panicat é um ser desprezado pelo próprio programa. Eles não se furtam ao direito (dever) de mostrar como deve ser tratada uma mulher que escolhe da vida ficar de fio dental, balançado o corpo e se propondo a inúmeras humilhações. Ei menina em frente ao PC, você sonha em ser Panicat?

Mais um motivo que me faz não entender essa pena toda à Babi: Ela continua bonita! Se a pena é baseada numa mudança brusca de visual, não sinta isso. Se for assim, eu tenho que passar a ter pena das minhas amigas que ficam horas na frente do espelho e quando terminam a tal maquiagem parecem uma versão piorada do nosferatu.

Panicat é igual a jacaré: Tem cérebro pequeno e se defende com o rabo. Se um jacaré colocasse uma peruca, você sentiria pena dele? Façamos assim: Escreva CANCÊR no google e entenda o que é não ter a opção de ter um cabelo.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

“Boa noite... você é um imbecil!”



Cansei, não assisto mais jornal! É sério, só assistirei o bloco de esporte e com uma condição: uma vitória anterior do glorioso Vasco da Gama. É Cachoeira pra lá, assassinato pra cá, corrupção pra lá de novo, manipulação pra cá outra vez, não dá pra assistir um jornal e se sentir feliz. O pior é o jogo ciclico de ações que parece não encontrar obstáculo nenhum e sempre nos deixa iguais a patetas parados no ponto, sempre esperando um ônibus cheio de soluções. Cheio ele até vem, agora, as soluções...

Willian Bonner introduz uma matéria que mostra a conversa do Demóstenes Torres do DEM(ônio) com o cara mais influente da política brasileira, (mesmo tendo ficado, injustamente, fora da lista da Times) o Carlinhos Cachoeira. Na conversa fica claro o jogo de favores entre os dois. Termina a matéria e a Patrícia Poeta (que apareceu com uma roupa de academia, rendendo-lhe várias poetas) avisa que o advogado do Demóstenes falou que o mesmo nunca se envolveu com o Carlinhos Cachoeira. POOOORRA!!!! Eu sou um babaca!!! Pode colocar sem vaselina que eu adoro!!! Tá de brincadeira!!! Acaba de passar a matéria, meu amigo, e você vem, com a cara recheada de cupim, me diz – em outras palavras – que tudo que eu vi e ouvi não existe. E o que acontece depois disso... NADA.

Se é para ser lembrado todo dia que eu sou um imbecil, eu prefiro deixar como protetor de tela do meu notebook, fazer um toque de mensagem no meu celular ou dar risada com as piadas do zorra total. Willian Bonner, me faz um favor: ao invés de encerrar o jornal nacional com boa noite, encerra com boa sorte.

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Para noOoOoOoOoOossa alegria


Que o Brasil é um país pobre de assunto na mass media, isso não é nenhuma novidade, mas que a internet copiou essa péssima caratcerística e a vestiu com garra, é algo que todos nós devemos lamentar. A vida passa e nós esquecemos de Suzanas, Nardonis, Brunos, Elisas, Daniels, pois sempre haverá uma tragédia maior que nos faça ligar a televisão no dia seguinte. Porém, ver a internet agir da mesma forma e criando diariamente mamilos, chips do pedro, luizas, para noooossa alegria é lamentável.

Existe uma máxima, tão sincera, que sempre me assusta: “não há nada tão ruim que não possa ser piorado”. Os hits idiotas de internet estão indo para a tv ou ganhando proporções bem desnecessárias. A entrevista com Jefferson e Suelen (que não tem culpa de absolutamente nada) é mergulhada em hipocrisia e um infeliz sinismo inocente.

Antes de tudo é preciso identificar que ninguém está rindo com eles, e sim, rindo deles. Eles podem ter feito a noooooossa alegria, mas se tornaram uma dupla de desafinados, tentando gravar um vídeo musical. Acreditar que a mensagem da música foi passada é algo forçado, uma vez que fazer rir de algo é diferente de fazer rir sobre algo.

Jeferson e Suelen estão aproveitando seus 15 minutos de fama. O Brasil alimenta figuras desse tipo e é esperto da parte deles tentar prolongar isso cada vez mais. Viver de sobreposição vazia é algo que a TV já faz com maestria, a internet poderia tentar uma estratégia mais inteligente. O chato, é que quando eu me refiro à internet, eu me refiro à todos nós que ganhamos o poder de um meio democrático e impactante e o máximo que fazemos é uma chuva de novas pseudocelebridades.

Para a minhaaaaaaaa alegria isso já vai sumir, mas para minhaaaaaaa tristeza um outro está por vir. Galhos secos de uma árvore qualquer.

sábado, 24 de março de 2012

Adaptações? Oh God, Why!?



Uma noite de sábado pode ser aproveitada de várias formas, porém, Anderson Shon é um jovem desprovido de uma companhia feminina acessível e provido de uma preguiça fundamental para  fazê-lo não sair de casa. O que me resta?! Os filmes do Telecine. A bola da vez foi a adaptação do game The King Of Fighters, logo após da sessão nostalgia me proporcionado por Jumanji. Revendo o filme, em questão, eu cheguei a seguinte conclusão: Por que eu ainda assisto as adaptações para cinema? Com bastante raiva e pensando em um modo eficiente para me vingar do tal filme, eu resolvi fazer um TOP FIVE (5) das piores adaptações que eu tive o desprazer de assistir. Vamos lá:

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5° – Super Mario Brothers
Ei você, sabia que o Super Mario tem um filme? Pois é, o jogo do encanador baixinho perde todo o seu colorido em uma adaptação que – com certeza – teve seu cenário utilizado em algum filme de terror futurista. Yoshi parece o Tiranossauro Rex do Jurassic Park  tendo passado em uma fonte da juventude. O enredo foge bastante da idéia do jogo e o roteiro parece ter sido feito por um Kopa Troopa. Com certeza, essa é uma adaptação que entrou pelo cano.



4° – Demolidor
Um filme bom não pode ter o Benn Affleck como protagonista. A melhor coisa que ele fez na vida foi pegar a Jeniffer Lopes, a pior foi o Demolidor. Tudo bem que é um filme de ação, mas um cego que desvia de milhões de balas dentro de um bar é algo muito forçado. Elektra tem menos participação do que um figurante e o Senhor do Crime é o Mad Dog de Two And a Half Man, vê se pode!? Feliz do Demolidor que é cego e nunca vai ter a chance de se decepcionar com essa adaptação.
3° – O Guia do Mochileiro das Galáxias
Como transformar um livro engraçado em um filme sem graça? Difícil imaginar não é!? Mas O Guia do Mochileiro das Galáxias – o filme – consegue matar, esquartejar, dilacerar... todo o humor existente no livro. O filme é tão ruim, tão ruim, que me fez negociar com o dono da locadora a locação de outro filme de graça, por que, se eu contasse para um amigo que eu loquei O Guia do... eu perderia uma amizade. Eu diria que essa é uma adaptação de outro mundo, porém, além de ser um péssimo trocadilho, o mundo daqui está caracterizado por adaptações desse tipo.

2° – The King Of Fighters
O motivo para o nascimento deste post é com certeza uma das piores adaptações já existentes. Fizeram de um lutador de rua, um agente da cia (Terry Bogard). De um andarilho, um respeitado lutador que não precisa de convites para entrar em grandes eventos (Iori). De um assassino de aluguel, um segurança de festa (Yamazaki). O pior, os lutadores se telefonam, como se fossem amiguinhos, porém, profissionais o suficiente para se matar no ringue. Pelo amor dos meus filhinhos, King Of Fighters?! Tragam-me um garapa.


1° – Dragon Ball Evolution
Na moral, me recuso a falar dessa porcaria. Qualquer garoto que parava suas tardes às 15:00 horas para ver a Kira anunciando a saga de Freeza, sabe como esse filme de Dragon Ball é decepcionante. Eu juro pela minha vida, se rolar um Dragon Ball Evolution 2 eu coloco fogo em todas as salas de cinema que tiverem exibindo. Melhor! Eu treino kamehamehá até lá, mas é um de verdade, não aquele do filme. Posso presentir, o perigo e as adaptações ruins.

Desabafo feito, é hora de ir e aprendam: Usem sempre filtro solar e evitem as adaptações.

sexta-feira, 16 de março de 2012

Terra do axé?


É bem verdade que o clichê baiano ainda é muito forte em cidades sulistas, mas quem vive na boa terra – outro clichê – já percebe que oimpério do axé já está vinculado a mauricinhos, patricinhas e dj’s de buzu. A música de qualidade na Bahia brigou, brigou, brigou e finalmente está conseguindo o espaço importante em mídias especializadas, nasplaylist’s baianas e – pasmém – até no carnaval.

Os últimos lançamentos jogaram no mundo bandas como Vendo 147, Maglore, Tentrio, Trônica, Charles Chaplin, Irmão Carlos e o Catado etc. Este último – Irmão Carlos – já organiza um festival há 8 anos, onde transforma um simples bar num centro cultural que envolve desde artes plásticas até música de muita qualidade.

E o que falar de bandas que já romperam a barreira do estado? Vivendo do Ócio, Cascadura, Pitty... já mostraram para esse brasil que a Bahia é rock n’ rollindependente do passado, do calor ou da espessura do dendê. Acho que tão clichê quanto dizer que a Bahia é a terra do axé é ficar reforçando que ela ta virando a terra do rock. Parei por aqui.